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sexta-feira, 22 de julho de 2016
DIREITO: Ação de Extinção de Condomínio
DIREITO: Ação de Extinção de Condomínio: EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA __ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PORTO ALEGRE ANA BRASIL, brasi...
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Rosa Adry
Rosa Adry
(evangelista da silva)
(evangelista da silva)
Tu és para mim uma prece!...
Oro curvado aos teus pés
E rogo-te em nome do Amor
Que embala o nosso viver,
A eterna fidelidade de Amar!...
E nesta amplitude de querer e possuir,
Triste e desesperado,
Ajoelho-me apaixonado,
Clamando o teu corpo - alucinado prazer...
Envolvido no calor da tua boca e desejo.
E neste bailar das nossas vidas,
Aninhado ao teu lindo e alucinante corpo,
Oh doce Nina!... Aninha!... Nininha do céu...
Rosa Adry dos dias meus...
Vem, bela e formosa Menina/Mulher!...
A ti, suplico exaustivamente
O silêncio de minha dor,
E o desespero da minha paixão...
E nesta Tempestade de Amor e Tudo, e Nada,
Desmaio e morro sobre o teu corpo e encanto, minha Doce Amada...
E enquanto tu celebras a tua alegria
Em saudosa sinfonia de Aniversário de Natalício,
Eu, morto e esquecido, vou rasgando um papel
Mofado e amarelado: "um contrato de casamento",
Para construir uma união estável onde possamos Viver e Amar.
Serena, brava, ousada e cheirosa é a minha Menina...
Beijo-te e degluto a saliva para me alimentar...
Desta forma, Minha Nininha, vivemos a transição
De um mundo tortuoso e cheio de indiferença,
Para mergulharmos no oceano de vida, Amor e Amar...
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Filosofia da Miséria
SINOPSE
O texto de Marx é um panfleto anti-proudhoniano antes de mais nada, onde a ênfase é ridicularizar e abater o adversário, muito embora ainda hoje não possamos ler serenamente muitas das citações de Proudhon que Marx faz no texto, de tanto elas estarem distorcidas, muito embora hoje em dia Proudhon seja um desconhecido para o grande público, de modo que as invectivas de Marx contra ele muitas vezes passam por pura verdade em matéria de conhecimento do proudhonismo, não podemos deixar de ver no texto de Marx, embora subordinada à verve polêmica, uma outra intenção- trata-se aqui, como muitos marxólogos já o apontaram, de uma primeira formulação explícita que Marx faz dos postulados do seu materialismo histórico. Este é um ponto de importância na releitura de ambos textos nos dias de hoje. Pelo lado de Proudhon, é inegável que tanto nas Contradições quanto em escritos anteriores e posteriores há a afirmação explícita da importância dos fatores econômicos para o entendimento da história das sociedades. Esta importância e esta relação entretanto, tanto para Proudhon quanto para todos os pensadores anarquistas, nunca chega ao nível da determinação dos fatores históricos e sociais pela estrutura econômica das sociedades e da determinação do ritmo da história exclusivamente pelo desenvolvimento das forças produtivas. Proudhon e muitos outros anarquistas sempre consideraram a história humana como um fato muito complexo e – em última instância – aberto, sobre cujo curso uma variedade de fatores podem influenciar; os fatores econômicos inegavelmente tem seu peso e condicionam uma parcela do desenvolvimento histórico, mas não podem ser tomados como seus motores únicos e exclusivos. Assim como negam a exclusividade ao fator econômico, eles negam-na também a exclusividade de qualquer outro fator (demográfico, psicológico, político, etc.). Para o Marx que ora analisamos entretanto, e reconheçamos que a sua postura sobre este ponto evoluirá, o determinismo econômico da história é absoluto e este ponto informa quase todas as divergências de fundo que ele alimenta contra as posições proudhonianas expostas n’As Contradições. Não nos esqueçamos que, embora Marx tenha posteriormente matizado as suas posições sobre o materialismo histórico, as suas formulações mais duras tais como as expostas na Miséria da Filosofia e no Manifesto do Partido Comunista terão uma influência muito grande sobre Lenin e portanto sobre toda a formulação do bolchevismo e das correntes marxistas de maior peso político durante todo o século XX. Assim esta primeira confrontação entre marxismo e anarquismo, à luz das experiências históricas do último século, talvez tenha algo ainda a nos ensinar.
domingo, 5 de junho de 2016
AERONÁUTICA PÕE CULPA EM VERBA
A Aeronáutica não tem verba para transportar órgãos. A informação é da própria instituição, em resposta enviada ao GLOBO. Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), não há repasses de recursos específicos para esse tipo de missão e, além disso, “as atuais restrições orçamentárias têm reduzido ainda mais a disponibilidade de horas de voo da Força”.
O jornal questionou se a FAB entende ser necessária uma obrigação legal para o transporte de órgãos. “Não há necessidade de se ter uma obrigatoriedade legal, entretanto devem existir os recursos necessários para a realização dessas missões. A FAB também atende diversas outras demandas da sociedade, como ajuda humanitária em casos de catástrofes naturais e epidemias”, respondeu a Força.
A Aeronáutica explicou por que transporta autoridades sem negar pedidos: “Para o transporte de autoridades há legislação específica que determina à FAB cumprir a missão. Para o transporte de órgãos não há.” E voltou a falar em falta de dinheiro: “A carência de recursos e os altos custos que envolvem a atividade aérea tornam difícil ter meios exclusivos para esse tipo de transporte.”
O Ministério da Saúde afirma que as recusas da FAB “não significam necessariamente o descarte”: “O órgão é disponibilizado pela central nacional novamente para os estados selecionados nas listas de espera, beneficiando o próximo paciente”, disse a pasta.
O ministério ressaltou que o número de transplantes no Brasil “está entre os melhores do mundo, sendo superior inclusive ao da Espanha, referência mundial na área de transplante“. “O número dobrou nos últimos dez anos, chegando em 2015 a 23.666 procedimentos. O Brasil é referência mundial em transplante, sendo o maior sistema público do mundo, com 95% dos procedimentos feitos no SUS e com o paciente tendo acesso à assistência integral”.
Read more: http://oglobo.globo.com/brasil/sistema-de-transplantes-no-brasil-sofre-com-falta-de-transporte-aereo-19444859#ixzz4AiPyzWWx
Órgãos perdidos sem transporte
Órgãos perdidos sem transporte
Firmino havia ingressado na fila do transplante em novembro. Só conseguiu um coração novo em 11 de janeiro deste ano. Debilitado pelos efeitos da doença de Chagas, o lavrador de Santo Antônio do Descoberto, cidade goiana vizinha a Brasília, morreu um mês depois.
— Os médicos nos diziam que o tempo de espera foi longo, que costumava ser menor. Na situação dele, o transplante era a única possibilidade de vida. Pelo menos estar numa fila proporcionou um tratamento melhor — diz Diógenes Pereira, de 23 anos, o filho caçula de Firmino.
— Sei que não puderam doar os olhos e o coração da minha filha. Não fiquei sabendo o destino de todos os órgãos, mas recebi carta de agradecimento por ter ajudado a salvar outras vidas — diz a mãe da adolescente morta no Paraná.
A recusa da FAB no caso de Firmino não foi fato isolado. Em três anos, entre 2013 e 2015, a FAB deixou de fornecer aviões para o transporte de 153 corações, fígados, pulmões, pâncreas, rins e ossos. Os órgãos saudáveis se perderam por conta dessas negativas e da falta de outras alternativas de transporte.
Os registros das recusas são feitos pela própria FAB e pela Central Nacional de Transplantes (CNT), do Ministério da Saúde, unidade responsável por fazer os pedidos de transporte e oferecer os órgãos às centrais de regulação nos estados. O levantamento foi obtido pelo GLOBO via Lei de Acesso à Informação.
O jornal obteve também os dias exatos em que a FAB recusou os pedidos. Nos mesmos dias, a Aeronáutica atendeu a 716 requisições de transporte de ministros do Executivo e de presidentes do Supremo, do Senado e da Câmara. A média é de cinco autoridades transportadas nas asas da FAB para cada órgão desperdiçado. Em 84 casos, ministros e parlamentares retornavam para casa ou deixavam suas casas rumo a Brasília. Quase 4 mil caronas foram dadas nesses voos.
O ritmo do transporte de autoridades, amparado por lei, é intenso. Somente no intervalo entre o preenchimento da ficha da adolescente do Paraná como doadora e o horário previsto para captação e transporte do coração, a FAB levou Cunha e outras quatro autoridades. O deputado George Hilton (PROS-MG), então ministro do Esporte, deixou Belo Horizonte rumo a Brasília. O então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, foi para Aracaju. Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, voou de Maceió a Brasília. O presidente do STF, Ricardo Lewandowski, de São Paulo à capital federal. As autoridades que usam aviões da FAB não são avisadas sobre a necessidade de usar o avião para captar um órgão.
Não há em sistemas da FAB registros de recusas a pedidos de transporte de autoridades. Já as negativas para transporte de órgãos aumentaram, entre 2013 e 2015, de 52,7% a 77,5% dos pedidos feitos. Para 153 “nãos”, a instituição disse apenas 68 “sims”.
A legislação brasileira não obriga a Aeronáutica a transportar órgãos para transplante. O que existe é um termo de cooperação envolvendo Ministério da Saúde, empresas de aviação comercial e FAB. Até hoje, não houve casos de recusa de companhias aéreas de transportar órgãos para o transplante. O transporte é encaixado nas rotas existentes e é feito gratuitamente. Apenas em 2015, 3,8 mil voos comerciais transportaram órgãos para serem transplantados.
A FAB é acionada nas situações mais críticas, em que não há como usar uma rota comercial e nos casos de tempos de isquemia curtos. Este é o prazo máximo possível entre a extração do órgão do doador e o enxerto no receptor. Para o coração e o pulmão, são quatro horas. A CNT sempre aciona a FAB nos casos de oferta de coração. Se não há receptor no estado onde o órgão foi doado — a fila de espera é nacional —, a central tenta fazer o coração chegar a outras regiões. Dos 435 pacientes que entraram na lista do coração em 2015, 145 (33,3%) morreram.
Na fila por um coração, Firmino estava no topo da lista, com recomendação de atendimento prioritário. O agricultor era analfabeto, vivia com a família numa chácara e convivia com o medo da morte. Os protozoários do mal de Chagas geram fibroses no coração. Firmino descobriu a doença na década de 1990.
— Meu pai foi internado definitivamente numa UTI em 22 de novembro do ano passado. Logo entrou na fila do transplante — diz Diógenes.
Firmino, família e médicos saíram otimistas da cirurgia feita em janeiro, quando um coração surgiu em Brasília. Mas uma infecção pulmonar mudou os prognósticos de recuperação. Após a morte do pai, Diógenes ainda não criou coragem para voltar ao hospital.
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sexta-feira, 3 de junho de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Despertar!
Olhe profundamente para esta imagem e encontre sua verdadeira divindade.
Ao ler este texto abaixo mergulhe em seu ser mais profundo e encontre o buda que está em você. Boa viagem....
Hoje em dia ninguém ouve ninguém. Você ouve o que espera ouvir. A expectativa funciona como um par de óculos. Seus olhos deveriam ser janelas – esta é a técnica.
Nada deve sair de seus olhos, porque se algo sai, uma nuvem é criada. Então você vê coisas que não existem e sofre sutil alucinação. Faça com que em seus olhos e ouvidos haja pura claridade.
Todos os seus sentidos deveriam estar claros, sua percepção pura – só então a Existência poderia ser-lhe revelada.
Quando conhecer a Existência, saberá que você é um Buda, um deus, porque na Existência tudo é divino.
Contemple primeiro o céu. Deite-se no chão e fique apenas olhando para o céu. Só uma coisa deve ser tentada: não olhe para nada. No início você cairá muitas e muitas vezes, esquecerá muitas e muitas vezes; você não poderá se lembrar continuamente, mas não se sinta frustrado; isso é natural, sendo o hábito tão antigo como o é. A cada vez que se tornar a lembrar, retire seus olhos do foco, faça com que fiquem soltos e olhe apenas o céu – sem fazer nada, olhando apenas.
Depressa chegará o momento em que você poderá olhar o céu, sem tentar ver alguma coisa ali.
Nesse momento tente isso com o céu interior.
Feche os olhos, então, e olhe para o interior, sem procurar coisa alguma, com o mesmo olhar ausente. Os pensamentos flutuam, mas você não procura por eles, nem olha para eles – está simplesmente olhando.
Se vierem, será bom, se não vierem, também será bom. E daí, será capaz de ver as brechas: um pensamento passa, passa também um outro – e a brecha. Então aos poucos, poderá ver o pensamento tornar-se transparente; mesmo quando o pensamento estiver passando você continuará a ver a brecha, você continuará a ver o céu escondido atrás das nuvens.
E quanto mais se tornar sincronizado com essa visão, mais pensamentos irão tombando, aos poucos diminuindo, e diminuindo, diminuindo. As brechas se tornarão mais largas: durante alguns minutos não haverá pensamentos; tudo se fará silencioso e quieto, interiormente- estão juntos o céu exterior e o céu interior, unidos pela primeira vez.
Tudo parecerá absolutamente beatífico, não haverá perturbação. E se essa maneira de ver se tornar natural em você – e tornar-se é uma das coisas mais naturais, basta desfocar, descondicionar.
O estado de Buda significa o mais alto despertar. Quando não há distinções, quando todas as divisões se perderam, atinge-se a unidade e só o um permanece. Não, você não diz que o um permanece, mas que o dois desapareceu, que os muitos desapareceram. Agora o que existe é uma vasta unidade; já não há fronteira para nada.
…uma árvore fundindo-se em outra árvore, a terra fundindo-se nas árvores, ás árvores fundindo-se no céu, o céu fundindo-se no além…
Você fundindo-se em mim, eu em você… Tudo fundindo-se…as distinções perdidas, desfazendo-se imergindo, como ondas, em outras ondas…uma vasta unidade vibrando, viva, sem fronteiras, sem definição, sem distinções…o sábio fundindo-se no pecador, o pecador fundindo-se no sábio…o bom tornando-se mau, o mau tornando-se bom…a noite fazendo-se dia e o dia fazendo-se noite…a vida desfazendo-se na morte, e a morte novamente modelando a vida…Então tudo se tornou um….
Só nesse momento é que o estado de Buda é obtido: quando nada há de bom, nada há de mau, nem pecado, nem virtude, nem trevas, nem luz, nada, nenhuma distinção...
Texto extraído de fonte desconhecida.
Silencie sua mente das agitações e perturbações mentais e ouça sua alma. Sinta a presença do Buda que mora dentro do seu âmago e renasça com ele. Traga para fora sua luz, seu amor, sua força, sua coragem, sua vitalidade e desperte para sua essência. Ouça o que teu espírito tem a lhe dizer. Confie em você se dê uma chance. Não tenha medo de ouvir e assumir quem realmente você é. A vida está sempre ao seu lado, nós que nos colocamos na defensiva e buscamos caminhos opostos que nos trazem dor, sofrimento, revolta, frustração e medo. Fugir de si mesmo é como fugir de seus fantasmas mentais que não existem e que são apenas ilusões criadas pela sua mente que fantasia um mundo imaginário. Você vive atormentado com pensamentos que não são reias e os alimenta dentro de si acreditando que está se precavendo de algo que nunca vai acontecer. Metade de seu sofrimento é ilusório, pois não é seu. Você capta do astral das pessoas e dos ambientes que você frequenta e assume como se fossem seus e não se da conta que você está fora de seu espírito.Viver no espírito é viver em equilíbrio físico, mental e espiritual onde você vive na consciência búdica e sabe distinguir o que é bom e saudável para você e sem prejudicar ninguém respeitando o ciclo natural da vida.
Ao ler este texto abaixo mergulhe em seu ser mais profundo e encontre o buda que está em você. Boa viagem....
Hoje em dia ninguém ouve ninguém. Você ouve o que espera ouvir. A expectativa funciona como um par de óculos. Seus olhos deveriam ser janelas – esta é a técnica.
Nada deve sair de seus olhos, porque se algo sai, uma nuvem é criada. Então você vê coisas que não existem e sofre sutil alucinação. Faça com que em seus olhos e ouvidos haja pura claridade.
Todos os seus sentidos deveriam estar claros, sua percepção pura – só então a Existência poderia ser-lhe revelada.
Quando conhecer a Existência, saberá que você é um Buda, um deus, porque na Existência tudo é divino.
Contemple primeiro o céu. Deite-se no chão e fique apenas olhando para o céu. Só uma coisa deve ser tentada: não olhe para nada. No início você cairá muitas e muitas vezes, esquecerá muitas e muitas vezes; você não poderá se lembrar continuamente, mas não se sinta frustrado; isso é natural, sendo o hábito tão antigo como o é. A cada vez que se tornar a lembrar, retire seus olhos do foco, faça com que fiquem soltos e olhe apenas o céu – sem fazer nada, olhando apenas.
Depressa chegará o momento em que você poderá olhar o céu, sem tentar ver alguma coisa ali.
Nesse momento tente isso com o céu interior.
Feche os olhos, então, e olhe para o interior, sem procurar coisa alguma, com o mesmo olhar ausente. Os pensamentos flutuam, mas você não procura por eles, nem olha para eles – está simplesmente olhando.
Se vierem, será bom, se não vierem, também será bom. E daí, será capaz de ver as brechas: um pensamento passa, passa também um outro – e a brecha. Então aos poucos, poderá ver o pensamento tornar-se transparente; mesmo quando o pensamento estiver passando você continuará a ver a brecha, você continuará a ver o céu escondido atrás das nuvens.
E quanto mais se tornar sincronizado com essa visão, mais pensamentos irão tombando, aos poucos diminuindo, e diminuindo, diminuindo. As brechas se tornarão mais largas: durante alguns minutos não haverá pensamentos; tudo se fará silencioso e quieto, interiormente- estão juntos o céu exterior e o céu interior, unidos pela primeira vez.
Tudo parecerá absolutamente beatífico, não haverá perturbação. E se essa maneira de ver se tornar natural em você – e tornar-se é uma das coisas mais naturais, basta desfocar, descondicionar.
O estado de Buda significa o mais alto despertar. Quando não há distinções, quando todas as divisões se perderam, atinge-se a unidade e só o um permanece. Não, você não diz que o um permanece, mas que o dois desapareceu, que os muitos desapareceram. Agora o que existe é uma vasta unidade; já não há fronteira para nada.
…uma árvore fundindo-se em outra árvore, a terra fundindo-se nas árvores, ás árvores fundindo-se no céu, o céu fundindo-se no além…
Você fundindo-se em mim, eu em você… Tudo fundindo-se…as distinções perdidas, desfazendo-se imergindo, como ondas, em outras ondas…uma vasta unidade vibrando, viva, sem fronteiras, sem definição, sem distinções…o sábio fundindo-se no pecador, o pecador fundindo-se no sábio…o bom tornando-se mau, o mau tornando-se bom…a noite fazendo-se dia e o dia fazendo-se noite…a vida desfazendo-se na morte, e a morte novamente modelando a vida…Então tudo se tornou um….
Só nesse momento é que o estado de Buda é obtido: quando nada há de bom, nada há de mau, nem pecado, nem virtude, nem trevas, nem luz, nada, nenhuma distinção...
Texto extraído de fonte desconhecida.
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